Cogito Ergo Sum


O dia da queda.

Olá.. hoje o post não vai ter nada de muito filosófico (eu acho!). A novidade é a seguinte: caí da escada. Sim! Caí da escada da faculdade no meio do intervalo. O saldo foi: pé torcido e vários hematomas pelo corpo.

O mais incrível depois dessa experiência foi ver a reação das pessoas. Algumas riram (aliás, muitas), outras tentam ajudar, outras se preocupam, e outras simplesmente ignoram o fato de que alguém se estabacou na sua frente.

Sabe o que eu pensei? As experiências podem ser as piores, mas a gente sempre pode tirar proveito da situação.

Eu poderia estar me martirizando, mas levei na esportiva e aprendi, por exemplo, a prestar mais atenção por onde ando...rs..

bjos..e até mais!



Escrito por liliane às 20h40
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Grotesco!

Curso o terceiro semestre do curso de comunicação social na área de jornalismo. Ao contrário do que muita gente pensa, o curso não é fácil e também está muito além de “aprender como aparecer bem na TV”, ou “aprender como fazer fofoca sobre tudo”.

Nós fazemos discussões profundas sobre temas muito complexos. Na última aula de Comunicação Comparada, por exemplo, eu fui apresentada ao Império do Grotesco.

Trata-se de uma obra de Muniz Sodré e Raquel Paiva, em que o grotesco na mídia é exposto. Confesso que ainda não li o livro todo, tenho apenas o primeiro capítulo fotocopiado, mas mesmo assim acho válida a inquietação despertada.

Afinal, vocês concordam com as coisas grotescas que aparecem na televisão? Apelo ao nu, criações como “princesa por um dia”, em que os programas acham que resolvem problemas sociais dando alguns presentes?!

Vejam esse exemplo:

“Entre os anos 69 e 72, a televisão brasileira cativava o seu público emergente com programas que exploravam as misérias e as aberrações da condição humana. Sílvio Santos, Jacinto Figueiras Júnior, Dercy Gonçalves, Raul Longras, Chacrinha  outros tinham como matéria-prima televisiva a infelicidade alheia, a mendicância, as deformidades físicas, etc. Sílvio Santos, hoje um dos empresários mais ricos do país, promovia o desfile de mulheres miseráveis, que contavam suas penas. A mais infeliz, escolhida pelo auditório, era proclamada ‘rainha por um dia’”. (p.12-13)

Observem que esse tipo de programa existe desde a década de 60 e continua até hoje minando a televisão brasileira. Em Macapá, por exemplo, são comuns programas que exploram a pobreza de uma forma realmente grotesca, onde moradores reclamam de fome, miséria, descaso político, doenças, debilitações, etc. Vez por outra, a própria emissora cede um cesta básica. A pergunta é: uma cesta básica resolve o problema de quem passa fome? Talvez por uma semana. Depois disso, a família retorna à emissora com o mesmo problema...e quem vai resolver?

O fato é que não é difícil nos depararmos com o grotesco por aí.

Bem, vou adquirir o livro que promete grandes discussões e depois comento o que aprendi.

Até mais!



Escrito por liliane às 10h12
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Bem..e aqui estou eu mais uma vez. A imagem é para fazer pensar na insignificância do homem diante da natureza. Nós estamos tão aostumados a nos sentir importantes por sermos "seres evoluídos", que simplesmente esquecemos que o mundo não foi feito especialmente para nós.

Nós somos apenas mais um tipo de animal que habita o planeta. A única diferença é que buscamos meios de fazer isso da pior maneira possível.

 



Escrito por liliane às 10h12
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Primeiro Post!

Existem muitas maneiras de declarar a "inauguração" de um blog. A mais comum -e lógica- é começar explicando qual o motivo que levou o blogueiro a abrir uma página para expor suas idéias. No meu caso, foi uma necessidade de cogitar. O termo significa "pensar demoradamente, imaginar". Entendo que assim as questões cotidianas podem se desenvolver mais facilmente.

Tudo começou com um contato com a obra de Descartes. Nela, o texto nos envolve a ponto de se tornar apaixonante! O pensar é algo tão importante...tão necessário...a consciência de se voltar às origens, de se abster das coisas que nos foram impostas.. de aceitar somente aquilo que é simplesmente inquestionável! Ai..

Vou começar o blog com esse convite ao pensamento, ao desenvolvimento da razão. Mas o Cogito não se resume à isso; ele nos leva a viajar por várias teorias imaginárias que podem nos levar a compreender diversas realidades, e, principalmente, aceità-las! Sim, caro leitor: a primeira ambição é imaginar que o pensamento é cúmplice da tolerância. Pense a respeito!

Até mais.



Escrito por liliane às 21h48
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